Nome em latim, Tyto Alba, também chamada Coruja das Torres. É uma ave de rapina, de hábitos nocturnos de grande envergadura. A sua plumagem é notável pela suavidade, o que lhe permite um voo absolutamente silencioso. O seu bico é pequeno e curvado na ponta. Quando em voo solta um som estridente e lúgubre. Ter uma audição extremamente apurada e uma visão nocturna muito eficiente na ausência de luz. É também conhecida por Coruja das Torres.
domingo, 5 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Diários da Biodiversidade
Para assinalar o Ano Internacional da Biodiversidade que se comemora em 2010, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, com o apoio da REN, promove, para crianças e jovens até aos 18 anos residentes em Portugal ou em qualquer país de língua oficial portuguesa, o concurso Diários da Biodiversidade. O objectivo desta iniciativa é não só desenvolver o gosto e o interesse de jovens e crianças pelas Ciências da Vida, mas principalmente sensibilizar as novas gerações para a questão da conservação da natureza e da biodiversidade e para o problema da gestão sustentável de espécies e habitats naturais da fauna e da flora no nosso planeta.
Para mais informações sobre o concurso, é favor consultar o REGULAMENTO
quarta-feira, 21 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal
Este especialista pertence a “uma das raras equipas no mundo que estuda a relação entre trabalho e doenças mentais”. Verificou-se recentemente “a emergência de suicídios e de tentativas de suicídio no próprio local de trabalho…o facto de as pessoas irem suicidar-se no local de trabalho tem obviamente um significado.” Deixa, efectivamente, uma mensagem inequívoca sobre as razões que estão por trás desse acto derradeiro, que nada teve a ver com razões de vida pessoal e segundo o mesmo especialista, quem o pratica, muitas vezes não teve no seu passado qualquer problema de ordem psicopatológica.
De acordo com o estudo, efectuado por este Psiquiatra, o fenómeno tende a afectar principalmente “… os que gostam do seu trabalho, …os mais envolvidos profissionalmente”. Na base está a forma como as empresas se organizaram: “ a introdução de novos métodos de avaliação do trabalho, em particular a avaliação individual de desempenho…A avaliação individual é uma técnica extremamente poderosa que modificou totalmente o mundo do trabalho… as pessoas estão agora a competir entre elas, o êxito dos colegas é agora uma ameaça… as pessoas aprendem a sonegar informações … aos poucos… a atenção aos outros, a consideração, a ajuda mútua – acabam por ser destruídos. As pessoas já não se falam, já não olham umas para as outras. E quando uma é vítima de uma injustiça, quando é escolhida como alvo de um assédio, ninguém se mexe… ”
Se juntarmos a isto um sistema de cotas fomentador da competição por salários mais altos está montado um verdadeiro cocktail molotov.
Numa escola não cabe o individualismo. É essencial o trabalho de equipa, a solidariedade e o espírito de entreajuda. Estes valores são fundamentais para um bom ambiente, fomentador de boas práticas e de um ensino de qualidade.
À luz desta entrevista é importante fazer uma reflexão séria sobre as consequências a médio e longo prazo da aplicação do sistema de avaliação individual dos professores bem como do sistema de cotas. Trata-se da lógica empresarial aplicada onde nunca deveria ter posto o pé. Trata-se de encarar a escola como se encara uma linha de montagem – quem fabricou mais sucesso escolar!?
Turmas com menos alunos... sim ou não?
Contacto: Spyros Konstantopoulos, Education, Office: (517) 432-0259, spyros@msu.edu
Constituir classes pequenas, pelo menos nos primeiros anos de escolaridade que compreendem, em Portugal, os anos que decorrem entre a pré-primária e o segundo ciclo de ensino básico, (elementary school, dos 4 aos 11 anos), dá aos alunos a possibilidades de alcançar um melhor sucesso escolar nos níveis de ensino mais avançados, (que correspondem em Portugal ao terceiro ciclo e secundário), de acordo com os primeiros estudos realizados por uma Universidade do Estado do Michigan.
Konstantopoulos, professor associado, ligado às Ciências da Educação, esteve à frente do primeiro estudo que avaliou os efeitos do tamanho das turmas, nos alunos, ao longo de um período de tempo significativo, de forma a poder observar as suas consequências na aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de competências por parte destes. Do seu estudo fizeram parte todo o tipo de alunos, desde os que apresentavam fracos desempenho escolar aos que obtinham os melhores resultados. O mesmo foi posteriormente publicado no American Journal of Education.
Konstantopoulos é membro do comité - The U.S. Department of Education’s Institute of Education Sciences – que faz recomendações oficiais no que respeita ao tamanho das turmas, em cada estado. Referiu que as suas recomendações reflectiriam as conclusões da sua pesquisa: o melhor plano de ataque passa por constituir turmas pequenas (13 a 17 alunos) nos anos escolares que vão desde o Jardim-de-infância ao primeiro grau de ensino, que nos estados Unidos corresponde ao nosso primeiro ano do primeiro ciclo, onde os alunos têm entre 6 a 7 anos).
“Por um largo período de tempo, nos Estados Unidos, pensou-se que bastava constituir turmas pequenas num único ano lectivo, sendo que poderia ser ou no Jardim de Infância ou no primeiro grau de ensino, (o nosso primeiro ano no ensino básico), e que esse ano bastava para tirar todos os benéficos. “ Konstantopoulos disse que não acreditava nisso, “Penso que só se conseguem obter resultados mais tarde se os alunos forem integrados em turmas com poucos alunos ao longo de vários anos lectivos e que estes deveriam ser consecutivos, em particular com crianças que apresentam mais dificuldades de aprendizagem”.
Para a sua pesquisa utilizou informações recolhidas no decorrer de um estudo intensivo, realizado no Tenessee, denominado Project Star, que analisou os efeitos do tamanho das turmas em mais de 11 mil alunos na elementary school, (que nos EU corresponde a crianças entre os 4 e os 11 anos de idade, que vai da pré-primária até ao 5ª ano de escolaridade) e middle school, (que na generalidade dos estados dos EU compreende aos 6ª, 7ª e 8 ª anos de escolaridade, onde os alunos têm entre 11 a 14 anos). Konstantopoulos descobriu que os alunos que tinham sido integrados em turmas pequenas desde o jardim-de-infância até ao 3 ano de escolaridade atingiram resultados escolares substancialmente mais elevados no 4º ano que os restantes alunos.
Pôde igualmente constatar que os alunos com diferentes capacidades de aprendizagem foram favorecidos pelo facto de terem pertencido a turmas pequenas mas os que mais beneficiaram com o facto foram os alunos com mais dificuldades: Registou-se uma menor disparidade de desempenhos escolares entre estes e os alunos que atingiram os melhores resultados, em áreas como as ciências, a leitura e a matemática.
“Isto é especialmente importante em escolas situadas em meios desfavorecidos porque é lá que faz realmente diferença a eficiência da acção do professor, em escolas com uma população estudantil proveniente de famílias empobrecidas, onde, por norma, os alunos registam performances mais baixas. “
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Quem bate, assim, levemente,
Fui ver. A neve caía
Olho-a através da vidraça.
Fico olhando esses sinais
E descalcinhos, doridos…
Que quem já é pecador
E uma infinita tristeza,
sábado, 14 de novembro de 2009
Urge Clarificar
"Este é um processo que exige vários parceiros, portanto, nós podemos comprometer-nos a trabalhar com celeridade no Ministério da Educação, depois a negociação com os parceiros será da forma natural como estas coisas sempre decorrem", afirmou.
Urge clarificar o que se entende por elementos de avaliação. É sobejamente sabido que muitos Professores não entregaram objectivos individuais. Se bem entendi alguma coisa do que foi a trapalhada legislativa do (des)Governo anterior, nas situações em que não foram definidos objectivos individuais, por parte dos Docentes estes deveriam ser fixados pelo respectivo Órgão de Gestão da sua escola.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Agora explique isto...
Este ano houve mais negativas nas Provas de Aferição que no ano passado. Só a Língua Portuguesa do 4º ano é que houve um número inferior de níveis negativos.
Recordo agora os comentários da Sra Ministra da Educação, face aos resultados das provas de aferição do ano passado, onde se tinha registado melhorias significativas em relação ano anterior, 2007. Segundo esta, tinham havido melhorias nos resultados devido às medidas do seu Ministério.
Pois então, Sra. Ministra, justifique estes agora…
Para reflectir:
Mais de metade das escolas (56 por cento) acompanhadas pelo CCAP reportaram clima de perturbação e tensão provocado pelo processo de avaliação de desempenho docente, enquanto outras acrescentaram "um clima geral de medo", provocado pela tutela ou colegas.
Esta é uma das "implicações" do processo de avaliação no clima dos estabelecimentos de ensino, constante no relatório de acompanhamento e monitorização do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores (CCAP), realizado através de visitas e estudos a 30 escolas.
Também metade das escolas aponta os conflitos internos, nomeadamente a "deterioração da relação entre colegas" ou a divisão entre avaliadores e avaliados, o que provocou situações de "animosidade". Em vários relatórios é apontada a indignação dos professores face às decisões da tutela e em metade é referido o "desgaste" provocado pelo processo.
Fonte: Lusa
