quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Bolo de Maçã divertido

A Minha receita do bolo de maçã

3 maçãs reinetas em puré, com a ajuda da varinha mágica e o sumo de uma laranja grande (a casca e as vitaminas da maçã foram também)
2 ovos grandes
5 colheres de açúcar (usei de stevia)
3 colheres de azeite
Caneca e meia de farinha de trigo fina (misturei duas colheres de farinha integral de aveia)
Uma colher de chá de açúcar baunilhado
Uns pozinhos de gengibre (acelera o metabolismo para queimar as calorias, lol)
Uma colher de sopa de fermento

E agora entendam-se a misturar isto tudo, porque da minha parte, coloquei na máquina de fazer pão e ela é que se divertiu com isso.

Se fizerem o mesmo, líquidos em primeiro lugar, maçã e fermento no fim.

Resultados da procura


Resultados da Web

domingo, 12 de março de 2017

Comissão de Acompanhamento Ambienteal


 Assembleia Municipal de Setúbal

                                              
Proposta para uma Comissão de Acompanhamento Ambiental e Cidadania Viva


O Decreto-Lei n.º 102/2010, de 23 de Setembro, que transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva 2008/50/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de Maio, relativa à qualidade do ar ambiente e a um ar mais limpo na Europa - Diretiva CAFE, que resultou da revisão da Diretiva-quadro relativa à avaliação e gestão da qualidade do ar ambiente (Diretiva), estabelece medidas destinadas a definir e fixar objetivos relativos à qualidade do ar ambiente, com o fim de evitar, prevenir ou reduzir os efeitos nocivos para a saúde humana e para o ambiente.
De facto, a qualidade do ar é uma componente ambiental determinante, em particular para a saúde pública e para a qualidade de vida dos cidadãos. Por isso, o presente decreto-lei estabelece o regime da avaliação e gestão da qualidade do ar ambiente, atribuindo particular importância ao combate das emissões de poluentes na origem e à aplicação das medidas mais eficazes de redução de emissões, a nível local e nacional, como formas de proteção da saúde humana e do ambiente. Os efeitos dos diferentes poluentes atmosféricos na saúde traduzem-se no aparecimento ou agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares, particularmente em populações sensíveis como as crianças, idosos e indivíduos com problemas respiratórios.
A região de Setúbal compreende duas zonas de grande riqueza ambiental, a Reserva Natural do Estuário do Sado e o Parque Natural da Arrábida. Tratam-se de dois Ecossistemas muito sensíveis e importantes para a preservação da biodiversidade. O turismo ambiental sustentável pode ser também uma boa aposta para o desenvolvimento económico do Concelho. Como tal é importante prevenir a sua conservação.
Nesses dois espaços, coexistem várias industrias incluídas na diretiva Seveso, estabelecimentos industriais com risco de acidente grave, portanto, com potencial para causar catástrofes ambientais e humanas. O incêndio que deflagrou na madrugada de terça-feira, dia 14 de fevereiro, nos armazéns de enxofre da Sapec Agro, na Herdade das Praias, cujas consequências ainda não são mensuráveis, tal como outros acontecimentos recentes: um incêndio na CITRI, que demorou uma semana a debelar; o recebimento de um carregamento de lixo italiano, sem qualquer contrapartida minimizadora de possível impacto negativo e sem que tal facto tivesse sido previamente comunicado ao município, levou-nos a perceber que este assunto é para levar muito a sério, ainda para mais quando o incidente na Sapec colocou em evidência várias debilidades ao nível da segurança das populações e do ambiente, e dos meios de resposta a uma situação desta natureza.  
Sendo a população local a mais diretamente afetada pela ocorrência de um acidente grave assim como, pelas decisões tomadas no âmbito do ordenamento do território, tendo em conta os estabelecimentos perigosos que existem em Setúbal.  “Deverão ser essas populações locais a decidir qual o nível de risco aceitável e a escolher alternativas de acordo com as particularidades locais e regionais, tais decisões deverão ser apoiadas por avaliações de risco.”
 (Christou & Mattarelli, 2000).
Assim sendo, de forma a salvaguardar a segurança futura da população e do ambiente, proponho que seja criada pela Autarquia uma Comissão de Acompanhamento Ambiental e Cidadania Viva.
Setúbal, 24 de fevereiro de 2017

                                                                                         A representante do BE
     Silvana Paulino
                                                                                     


Mobilidade Sustentável

MOÇÃO
Mobilidade Sustentável

A cidade de Setúbal é muito díspar nas condições de acessibilidade das populações a bens, serviços e oportunidades. A sua dimensão, as características da cidade em si, o tratamento dado às vias destinadas à circulação motorizada e pedestre, o tipo de rede de transportes urbanos e interurbanos; a qualidade dos seus serviços e o preço dos mesmos, as ciclovias apenas numa parte da cidade, são algumas das suas heterogenias. 

A sustentabilidade da mobilidade, e consequente qualidade de vida para os cidadãos de Setúbal, deverá passar por medidas efetivas que melhorem a rede pública de transportes, com consequências também para o ambiente, reduzir a emissão de gases com efeito estufa para a atmosfera, que promova a coesão geográfica, minimizando a distância dos cidadãos não motorizados ao centro da cidade, reduzindo o seu isolamento, a promoção de passes sociais para os mais necessitados, diminuindo assim as desigualdades sociais.

Pelo exposto, a Assembleia Municipal de Setúbal, reunida em 30 de setembro de 2016, delibera:
1.    Que se procure promover a existência de passes sociais;
2.    Bater-se por melhores transportes públicos;
3.    Lutar para que se construam mais ciclovias;
4.    Procurar que se desenvolvam ações de sensibilização, junto dos cidadãos, para que reduzam a utilização de veículos motorizados e passem a utilizar mais os transportes públicos;
5.    Melhorar as acessibilidades para cidadãos com mobilidade reduzida.


Setúbal, 30 de setembro de 2016,
                                                                 
Assembleia Municipal de Setúbal

Silvana Paulino - Bloco de Esquerda

quarta-feira, 16 de julho de 2014

sexta-feira, 4 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

Assim não há democracia possível

O 1º Ministro Passos Coelho afirmou anteriormente que os juízes deveriam estar sujeitos a um escrutínio muito maior do que é feito e questionou ainda como é que uma sociedade com transparência e maturidade democrática pode conferir tamanhos poderes a alguém que não foi escrutinado democraticamente.
Estas opiniões expressam de forma inequívoca a interpretação e a intenção destes responsáveis do PSD no que se refere à Constituição da República Portuguesa.
A realidade rejeita a mentira, a deturpação e a hipocrisia pois o PSD propôs 4 dos atuais juízes do Tribunal Constitucional, 2 em conjunto com o PS, o CDS propôs 1 e o PS 3. Os restantes 3 foram cooptados conforme está previsto na lei.
Ponderar sanções jurídicas sobre as decisões do Tribunal Constitucional em virtude dos mesmos não atuarem como delegados do PSD ou do CDS assume, sem margem para equívocos, um perigo relativamente a uma eventual revisão constitucional pois os direitos, liberdades e garantias que hoje estão consagrados, seriam inevitavelmente retirados ou limitados; é essa a intenção daqueles que hoje, com todos os estratagemas, fogem ao escrutínio popular.

Uma sociedade com transparência e maturidade democrática não pode aceitar um 1º Ministro e um governo que atuam e decidem de forma contrária a tudo o que prometeram anteriormente e que criam legislação que é rejeitada e reprovada 8 vezes por um Tribunal que apenas cumpre a sua missão: Apreciar a constitucionalidade ou ilegalidade de normas jurídicas, representando assim a garantia do cumprimento da Constituição da República Portuguesa.

sexta-feira, 7 de março de 2014

domingo, 8 de dezembro de 2013

Estória de um desmantelamento ou o novo ensaio sobre a cegueira

Muita tinta tem corrido nos últimos tempos sobre a questão do cheque ensino. Uma armadilha que, como todas as armadilhas, tem sempre um aliciante. A possibilidade de colocar os filhos num colégio privado e… está na ordem do dia, poupar dinheiro ao estado. Pura mentira. Trata-se apenas e tão-somente de desviar o dinheiro público para o privado. Coisa que já não é novidade noutros setores da sociedade como a saúde, transportes, eletricidade, estradas, em suma, setores chave da vida das populações.  
Vamos então ao início da nossa estória. Era uma vez um ministério que decidiu humilhar os professores do ensino público, procurando virar a opinião pública conta eles. Tratava-se de evidenciar que o ensino privado era melhor. Primeiro engodo da armadilha. No privado escolhem-se os alunos e os que tem piores resultados são convidados a sair. Assim é fácil fabricar sucesso.
Infelizmente, para esse ministério, alguma coisa correu mal. As pessoas não tinham dinheiro para colocar os filhos em colégios privados. Esses acontecimentos deram-se simultaneamente com a destruição da classe média e nesses anos muitos pais viram-se obrigados a retirar os filhos do privado e a colocá-los no público.
Então havia que arranjar outra forma de financiar os seus propósitos. Eis que surgiu a ideia brilhante do cheque-ensino. O Ministério daria dinheiro às pessoas e assim elas já podiam pagar os colégios privados. Brilhante… Entretanto fazia parte do plano ir retirando cada vez mais apoio ao ensino público, degradando cada vez mais as suas condições: fazendo a vida cada vez mais difícil aos professores, reduzindo os seus recursos, aumentando o número de alunos por turma.
Em que aspecto o cheque-ensino irá melhorar a qualidade de ensino das novas gerações? Bom, na Suécia, onde já se começou a utilizar à dez anos o sucesso escolar tem vindo a caiu a pique, de acordo com o último relatório PISA, será que iremos cair também, cegamente, na mesma armadilha?