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Consultar Aviso nº 9730/2009
Nome em latim, Tyto Alba, também chamada Coruja das Torres. É uma ave de rapina, de hábitos nocturnos de grande envergadura. A sua plumagem é notável pela suavidade, o que lhe permite um voo absolutamente silencioso. O seu bico é pequeno e curvado na ponta. Quando em voo solta um som estridente e lúgubre. Ter uma audição extremamente apurada e uma visão nocturna muito eficiente na ausência de luz. É também conhecida por Coruja das Torres.
terça-feira, 19 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Para Pais & Educadores: Magalhães - Urgente Saber
Vários estudos demonstraram que a utilização de Computadores nas fases mais tenras da infância não só não trazem benefícios como comprometem em larga medida o desenvolvimento equilibrado e harmonioso das crianças. Não acrescentam nenhum benefício ao rendimento escolar dos alunos. Já existem vários estudos, com pelo menos 10 anos, que revelam isso. Seguem-se alguns excertos de um apanhado desses mesmos estudos.
“O que é que um colossal projecto industrial de montagem e exportação de minicomputadores tem a ver com a nossa atribulada educação infantil? Porque sobrecarregar professores com tarefas administrativas estranhas à profissão? Como é que servidores do Estado, colocados nas mais diversas posições, puderam transformar-se em verdadeiros agentes de vendas? Que autoridade humanística e pedagógica tem um consórcio industrial internacional para vir instruir os nossos pais e professores quanto ao tipo de ensino robotizado que se pretende implantar entre a nossa infância? Que negociatas gigantescas estarão em curso – sob a respeitosa máscara da "educação" – para realizar lucros de milhões com conexões de internet, manutenção e reparação de milhares de computadores, mais as vendas de softwares, impressoras, acessórios, etc.? Será justo acorrentar a próxima geração portuguesa ao potentado exclusivista do sistema operacional Microsoft? E será de admitir como legítima a invasão da esfera familiar e infantil pela publicidade magalhânica, que já começou a promover coisas como «Ganha um iPhone 3G» ou «Ganha um Nintendo DS Lite»?”
“…é constatar que se trata realmente de uma iniciativa perfeitamente caduca, esvaziada de fundamentos pedagógicos, e que há quase 10 anos já demonstrou resultados catastróficos na Europa e na América. O efeito dos minicomputadores para a deformação das personalidades infantis, bem como para o empobrecimento do contacto humano entre professores e alunos, é algo que já foi estudado em profundidade em inúmeras comunidades escolares e universidades em todo o mundo, revelando resultados assombrosos. “
“…não havia qualquer resultado que mostrasse um impacto positivo dos computadores sobre o rendimento escolar dos alunos.”
“…a exposição prematura de crianças a programas audiovisuais, computadores, vídeos, etc. só pode produzir o aparecimento de uma geração de crianças hiper-estimuladas e posteriormente deficitárias em termos de capacidade de concentração.”
“…é constatar que se trata realmente de uma iniciativa perfeitamente caduca, esvaziada de fundamentos pedagógicos, e que há quase 10 anos já demonstrou resultados catastróficos na Europa e na América. O efeito dos minicomputadores para a deformação das personalidades infantis, bem como para o empobrecimento do contacto humano entre professores e alunos, é algo que já foi estudado em profundidade em inúmeras comunidades escolares e universidades em todo o mundo, revelando resultados assombrosos. “
“…não havia qualquer resultado que mostrasse um impacto positivo dos computadores sobre o rendimento escolar dos alunos.”
“…a exposição prematura de crianças a programas audiovisuais, computadores, vídeos, etc. só pode produzir o aparecimento de uma geração de crianças hiper-estimuladas e posteriormente deficitárias em termos de capacidade de concentração.”
E Se Passar Tudo Para as Autarquias?
São episódios que permitem levantar um pouco o véu do que vai ser o futuro nas escolas quando o ensino estiver totalmente entregue aos Directores Escolares e aos Dirigentes Políticos. Quer Autarcas quer Ministério, com poder para admitir e demitir Directores ao seu bel-prazer e interesses pessoais ou políticos.
A Democracia está a escapar-se-nos por entre os dedos. Com uma agravante de que não é facto assumido explicitamente, como o era antes do 25 de Abril.
Cidadãos, professores e não professores, urge abrir os olhos e lutar contra este sistema que nos afasta cada vez mais de uma sociedade igualitária e justa.
Na rua, em manifestações, nas eleições, pois isso ainda não nos roubaram. Na denúncia de acontecimentos como estes. De outra qualquer forma aceitável.
A cantiga é uma arma, canta José Mário Branco…não resisti a deixar aqui os versos de uma outra, escrita á muito tempo. Infelizmente muito actual.
Trova do vento que passa
Pergunto ao vento que passa
Notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
Tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
Levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
Ai rios do meu país
Minha pátria à flor das águas
Para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
Pede notícias e diz
Ao trevo de quatro folhas
Que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
Por que vai de olhos no chão.
Silêncio - é tudo o que tem
Quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
Direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
Vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
Ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
Nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
Dos rios que vão pró mar
Como quem ama a viagem
Mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
Vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
Só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
Se notícias vou pedindo
Nas mãos vazias do povo
Vi minha pátria florindo.
Manuel Alegre
sábado, 9 de maio de 2009
Escola e Exclusão
A escola inclusiva é uma aquisição da linguagem, que resulta de um consenso e tende à banalização. Sob a banalização, porém, é cada vez mais urgente perceber e saber:
- quem são os “incluídos” e os “excluídos”?
- quem são os “incluídos” e os “excluídos”?
- que velhas e novas formas de exclusão perduram sob o silêncio do dado adquirido de que a escola pública não exclui?
Esquecidos, os “outros”, numa cultura escolar dominantemente orientada para um aluno-padrão.
E o que faz a escola com as crianças e jovens cujo contexto familiar e social diverge totalmente da linguagem escolar? Com aqueles que não encaixam nos modelos e estereótipos que a escola espera? Os que não têm livros nas prateleiras, mães escolarizadas e pais bem sucedidos; os que, cada vez mais, não têm de comer, não têm transporte, não têm livros. Ou aqueles/as que, oriundos/as de países de língua oficial portuguesa, ou filhos de pais daí oriundos, são penalizados/as pelo português que não é o padrão da cultura escolar…
E tantos outros/as sobre os quais a escola pública e democrática não só não pode esquecer como deve lembrar todos os dias para se poder reclamar destes atributos.
Com poderemos agir para contrariar esta situação? Para impedir que se percam todas estas crianças e jovens? Que formas teremos de encontrar para actuar sobre, de maneira a alterar este estado de coisas?
Esta forma de discriminação, a mais difícil de combater, não é óbvia e a resolução deste problema implica o seu reconhecimento e investimento em várias áreas. Implica a mobilização de recursos humanos e materiais e não apenas os presentes nas escolas. Porque não é só um problema escolar e sim da sociedade no geral.
Questões que poderão ser abordadas:
Ensino Profissionalizante (ex: CEF´s): oferta escolar alternativa ou oferta de refugo que reduz a igualdade de oportunidades?
Os mecanismos de apoio (acção social, por exemplo) e o papel da escola: a centralidade da resolução dos problemas está na escola ou na sociedade?
Os níveis de proficiência de língua e a relação com o sucesso; Multiculturalismo e multilinguismo?
Os/as profissionais da educação estão preparados para lidar com os/alunos que fogem ao padrão?
As escolas podem/devem seleccionar os/as alunos/as, nomeadamente criando turmas de nível?
Quais os custos da retenção? É ela uma solução?
Um Oceano de Plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de um décimo deste total vai parar aos oceanos. Destes 80% vêm de terra firme.
No Oceano Pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havai e chega a meio caminho do Japão. Atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros. Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. Pedaços de rede, garrafas, tampas, bolas, bonecas, patos de borracha, ténis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas, enfim, tudo o que alguma vez foi feito com plástico. Segundo quem descobriu esta concentração de plásticos, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que estuda esta mancha há 15 anos, compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal que se movimenta livremente pelo Pacífico. E quando passa perto do continente, as praias ficam inundadas de objectos de plástico, de ponta a ponta.
Tartaruga deformada por um aro de plástico
A bolha plástica actualmente concentra-se em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. São referenciadas como a bolha oriental e a bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela zona, no final dos anos 90, disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. “Como foi possível fazermos isso? Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo”.
Os Cientistas chamaram a atenção para o facto de que todas as peças plásticas manufacturadas, desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. Há ainda o problema das partículas resultanntes da decomposição destes plásticos. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem encontrar-se concentrações de polímeros seis vezes maiores do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.
Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave
Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar com toda a outra fauna que vive nestas áreas, como tartarugas marinhas, tubarões e centenas de espécies de peixes.
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentra todo o tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará a ingerir altos índices de substâncias venenosas que irão ser introduzidas na cadeia alimentar dessas regiões. Através da pesca vai acabar por chegar ao Homem. Fecha-se assim um ciclo – o que fazemos à Terra vai acabar por retornar à nós, seres humanos. Ver essas coisas sempre servem para que repensemos os nossos valores e principalmente o nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.
Antes de Reciclar, reduza!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Dia da Terra - 22 de Abril
Foram cerca de 200 os participantes, entre alunos, professores, funcionários, pais e encarregados de educação que partiram por volta das nove e meia, da nossa escola, uns a pé, outros de bicicleta, rumo à Praça do Bocage.
Pelo caminho juntaram-se à comitiva de duas outras escolas de Setúbal, a D. João II e a Luísa Todi.
Quem foi de bicicleta teve a oportunidade de dar uma volta completa à Av. Luísa Todi.
O regresso fez-se com uma paragem no Parque do Bonfim, para, como disseram alguns, “cansar as bicicletas”.
Na Praça do Bocage foi feita uma instalação/surpresa com centenas de bicicletas erguidas no ar, durante um minuto.
Esta actividade teve o tema “SOS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS.
O modelo de transportes dominante à escala planetária, baseado nos combustíveis fósseis, é uma das principais fontes de emissão de gases com efeito de estufa e de outros poluentes com impacto muito negativo para o meio ambiente.
É urgente construir um novo modelo para a nossa sociedade, baseada em formas de transporte não poluentes, como as bicicletas, para pequenas deslocações.
A Cidade de Setúbal, à semelhança de outras tantas cidades do mundo, não foi pensada para a deslocação em bicicleta. Mas reúne excelentes condições para isso, principalmente na zona da baixa, onde a cidade é bastante plana. Vamos lutar para que sejam desenvolvidas ciclovias? Para que circular de bicicleta seja seguro?
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
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